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Velhô

Velhô: Biografia e Percurso Artístico

Velhô (António da Costa Lopes) é um relevante pintor português, nascido em Mirandela, em 1956. É uma das figuras mais representativas do Neo-Expressionismo em Portugal, com uma carreira consolidada desde a década de 1980. A sua obra, de cariz gestual e matérico, caracteriza-se por uma abordagem crua e visceral à figura humana. As suas telas, de grande formato e cores intensas, exploram o grotesco, o irónico e o trágico da condição humana através de uma pintura enérgica e sem concessões.

Formação

De formação autodidata, o percurso de Velhô foi construído através da prática intensa e da pesquisa pessoal. A sua linguagem plástica singular é fruto de uma exploração intuitiva e de um diálogo com as correntes expressionistas europeias, que reinterpreta de forma muito pessoal.

Exposições (Seleção)

Expõe regularmente desde 1983, tendo realizado mais de uma centena de exposições individuais e participado em inúmeras mostras coletivas em Portugal e no estrangeiro.

Principais Exposições Individuais:

  • 1983: Realiza a sua primeira exposição individual na Galeria Diagonal, em Viseu.
  • 2007: “Pintura & Desenho”, Museu do Abade de Baçal, Bragança.
  • 2016: “Retratos de Ninguém”, uma importante exposição na Fundação D. Luís I / Centro Cultural de Cascais.
  • 2021: “A Montanha, o Gesto e o Riso”, Museu da Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira.
  • O seu trabalho tem sido exibido em inúmeras galerias de referência, principalmente na região Norte de Portugal.

Principais Exposições Coletivas:

  • Participou em diversas edições da Bienal Internacional de Arte de Cerveira.
  • Esteve representado em importantes feiras de arte, como a ARCOmadrid e a Feira de Arte Contemporânea (FAC) em Lisboa.
  • A sua obra integrou exposições de arte portuguesa em Espanha, França, Brasil e Estados Unidos.

Prémios e Distinções

O seu trabalho foi reconhecido com vários prémios ao longo da sua carreira.

  • 1997: Prémio de Pintura na IX Bienal Internacional de Arte de Cerveira.
  • 2001: Prémio de Aquisição na XI Bienal Internacional de Arte de Cerveira.
  • 2014: Prémio de Honra BANIF/Comendador Joe Berardo.

A sua obra encontra-se representada em importantes coleções públicas e privadas, como a do Museu de Serralves, a do Museu da Bienal de Cerveira, a da Fundação D. Luís I e a do Ministério da Cultura.

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